O Cetic, órgão vinculado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), divulgou uma pesquisa realizada entre outubro de 2014 e março de 2015 concluindo que 50% dos lares no Brasil tem conexão a internet.

Lares conectados no Brasil

Até 2013, o IBGE registrava apenas as conexões feitas com computador e agora passou a contabilizar os acessos feitos com smartphones, tablets, TVs conectadas e outros dispositivos. Das casas online, 88% usavam computador para acessar a rede; 53,6% utilizavam celulares; e 17,2%, tablets. Segundo o IBGE, 7,1 milhões das casas possuem tablets e 5,4 milhões deles eram usados para entrar na internet em 2013.

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Ainda assim o acesso via celulares bate as conexões via computadores em 5 estados.Foi observado que na Região Norte, o uso do celular como veículo de acesso à internet superou o uso do computador. No total em cinco estados a disputa fica melhor para os celulares, responsáveis pela maior parte das conexões: Sergipe, Pará, Roraima, Amazonas e Amapá.

Mais uma vez mostrou-se válida a teoria de que o meio digital é uma alternativa fundamental para o consumidor que precisa economizar. O cenário de crise política e econômica comprovou que a internet é a mais eficiente saída na comparação de preços.

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O novo relatório E-bit WebShoppers, identificou ainda o surgimento de centenas de novas empresas no setor. Fato que aumentou significativamente a competição e, por consequência, a exigência do diferencial de bons serviços e preços. Mais um indício do amadurecimento do segmento no Brasil. O nível de satisfação do consumidor (NPS), por exemplo, registrou 4 pontos percentuais a mais, subiu de 61 para 65%.

O aumento da proporção de internautas que já pagaram por um app indica um gradual amadurecimento da base de usuários antigos de smartphones. Depois de experimentarem aplicativos gratuitos, é possível que se aventurem a comprar um.

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Mais de 1,3 milhão de brasileiros deixaram de ter planos de assistência médica entre março do ano passado e março deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), sendo 617 mil somente no primeiro trimestre deste ano. O subsegmento mais impactado foi o de planos coletivos empresarias, devido ao fechamento de vagas formais. Esses e outros dados estão na nova ferramenta da ANS, que permite o acesso a informações relacionadas à saúde suplementar, de forma interativa.

Gráfico Saúde Suplementar

O médico que trabalha com planos ou seguros de saúde atribui, em média, nota 5 para as operadoras, em escala de zero a dez. Ressalta-se que 5% dos médicos deram nota zero para os planos ou seguros saúde brasileiros e apenas 1% atribuiu notas 9 ou 10. 92% dos médicos brasileiros que atendem planos ou seguros saúde afirmam que sofreram pressão ou ocorreu interferência das operadoras na autonomia técnica do médico. Entre as interferências no trabalho médico, glosar procedimentos ou medidas terapêuticas e impor a redução de número de exames ou procedimentos são as práticas mais comuns das operadoras.

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Com grande investimento inicial e equipes trabalhando em três continentes, nossa missão é facilitar o acesso a saúde qualificada, com respeito e responsabilidade social.

O crescimento exponencial é resultado do reconhecimento da plataforma enquanto ferramenta útil e segura, fortalecida pelo comprometimento dos profissionais e parceiros do projeto. Em breve, esperamos nos tornar o principal meio de agendamento de consultas, exames e procedimentos do Brasil, proporcionando maior autonomia aos profissionais e possibilitando aos pacientes uma melhor experiência nos atendimentos de saúde.